28 de maio de 2010
Desenvolvimento Moral
22 de maio de 2010
Planejamento
20 de maio de 2010
Valores
16 de maio de 2010
Estágio. Prática. Aprendizagem
21 de outubro de 2009
MODELOS DE LETRAMENTO E AS PRÁTICAS DE ALFABETIZAÇÃO NA ESCOLA


A escola não tem formado sujeitos letrados e essa concepção de aprendizagem da linguagem da escrita com o desenvolvimento da linguagem abstrata choca-se com as práticas entendidas como leitura crítica e resgate da cidadania.

O exemplo de modelo de letramento ideológico permite discutir os pressupostos do modelo de letramento autônomo, relativizando e tornando-se um elemento potencial de transformação da prática escolar.
LEITURA, ESCRITA E ORALIDADE

É necessário que aja uma modificação nos métodos de aproximação dos fatos gramaticais, para que haja proveito para nossos alunos e que estes possam, ver as vantagens de uma reflexão sobre a língua, que resulte mais tarde numa sistemática desejável.

Acredito que ler e falar corretamente contribuirá para o aluno se preparar para ser inserido na sociedade. Ler e falar corretamente faz com que a pessoa se sinta mais confiante e com a “sensação” de que é parte integrante do meio. É uma das formas de desenvolver a autonomia.
CONCEITOS E FUNÇÕES DA EJA
- FUNÇÃO REPARADORA DA EJA, no limite, significa não só a entrada no circuito dos direitos civis pela restauração de um direito negado: o direito a uma escola de qualidade, mas também o reconhecimento daquela igualdade ontológica de todo e qualquer ser humano.
- FUNÇÃO EQUALIZADORA DA EJA vai dar cobertura a trabalhadores e tantos outros segmentos sociais como donas de casa, migrantes, aposentados e encarcerados. A reentrada no sistema educacional dos que tiveram uma interrupção forçada seja pela repetência ou pela evasão, seja pelas desiguais oportunidades de permanência ou outras condições adversas, deve ser saudada como uma reparação corretiva, ainda que tardia, de estruturas arcaicas, possibilitando aos indivíduos novas inserções no mundo do trabalho, na vida social, nos espaços da estética e na abertura dos canais de participação.
- FUNÇÃO QUALIFICADORA DA EJA – A tarefa de propiciar a todos a atualização de conhecimentos por toda a vida é a função permanente da EJA que pode se chamar de qualificadora. Mais do que uma função, ela é o próprio sentido da EJA. Ela tem como base o caráter incompleto do ser humano cujo potencial de desenvolvimento e de adequação pode se atualizar em quadros escolares ou não escolares.

A escola deve prever a seqüência mais adequada de tratamento dos componentes curriculares em espaços ou módulos de tempo, possibilitando ao aluno transitar por este currículo de acordo com o seu ‘tempo próprio’ de construção das aprendizagens.
A fixação da duração do curso é uma prerrogativa da Lei; a organização desse tempo é uma tarefa pedagógica; tornar viável esse cumprimento é uma solução a ser buscada na esfera administrativa.
O MENININHO
“O professor, além de ensinar, passa a aprender e o aluno além de aprender passa a ensinar. Nesta relação professor e aluno avançam no tempo. O professor construirá sua docência dinamizando seu processo de aprender. Os alunos construirão a cada dia sua discência, ensinando aos colegas e professor novas coisas, isto avança o processo de construir conhecimentos.” Paulo Freire
Em “O menininho”, de Helen Buckley, em que a professora dava modelos prontos e os alunos tinham que reproduzi-las mecanicamente, foi gradativamente podando a criatividade e a espontaneidade do menino.A comunicação entre professor e aluno, é o fator determinante para que se tenha um aprendizado significativo, enfocando os princípios de valores, cooperação, ética, de forma que se oportunizem as trocas e vivências, sabendo lidar com as diferenças e a individualidades, respeitando cada um em sua diversidade e singularidade.

Os desafios a serem vencidos e os objetivos atingidos, baseiam-se em saber reconhecer as necessidades e os desejos do aluno, criando uma relação de confiança, dando oportunidade para que o aluno trabalhe de forma independente e que os mesmos tenham responsabilidades pelo planejamento de suas atividades.
Não quero ser como a professora da história, quero poder fazer a diferença na formação destes alunos, que possam desenvolver ações a partir de suas potencialidades, buscando caminhos satisfatórios para a compreensão do conhecimento, propiciando condições para a construção da autonomia, da cidadania e de uma sociedade emancipatória e justa.
COMÊNIO

Esta aprendizagem deve ser iniciada pelos sentidos, da preocupação, da experiência do aluno e não a partir de teorias abstratas.

A obra mais importante de Comênio, "Didática Magna" (1657), marca o início da sistematização da pedagogia e da didática no Ocidente, inicialmente escritacomo "Didática checa", na qual ele desenvolveu suas idéias sobre o ensino. Já no prefácio, Comênio revela seu interesse pelo método: "A proa e a popa da nossa Didática será investigar e descobrir o método segundo o qual os professores ensinem menos e os estudantes aprendam mais."
Procuro a partir da experiência dos alunos, desenvolver estas habilidades em minha práxis, oportunizando situações em que os alunos exponham o que já sabem sobre o assunto trabalhado, que troquem experiências, que pesquisem e construam alternativas para a solução de problemas de forma a valorizar os saberes e aprendizagens dos alunos.
FORDISMO E TAYLORISMO

Isto se refletiu na educação, onde os conteúdos que formaram o currículo escolar eram trabalhados de forma isolada, ignorando que o verdadeiro sentido da escola existir é o de preparar cidadãos para compreender, julgar e intervir na sua comunidade, de uma forma responsável, justa, solidária e democrática.
É evidente que a educação ao longo da história ainda se depara com problemas decorrentes das filosofias do Taylorismo e do Fordismo, pois os professores não recebem a devida valorização e nem seus alunos.
18 de outubro de 2009
ALFABETIZAÇÃO E A PEDAGOGIA DO EMPOWERMENT POLÍTICO
Freire nos aponta a importância e a necessidade de uma reflexão na qualidade de educadores, devemos criar o senso crítico buscar os conhecimentos e as vivências dos educandos como instrumento de aprendizagem. As condições mínimas para que exista a inclusão é ler e escrever.
SURDEZ

Isso se confirma como mostrado no filme, onde a sociedade trata Jonas como um incapaz, que não tem condições de realizar qualquer tarefa sozinha, e em função disso os pais deveriam mantê-lo afastado da rua, de tudo e de todos, simulando uma falsa proteção.
Apesar de ser ficção, “a história de Jonas”, é uma realidade.
Há a necessidade de entender a situação das famílias e ter sensibilidade para perceber que estas pessoas se preparam para uma situação dita “normal” e se deparam com uma realidade “diferente”, e nestes casos são obrigadas a se ajustarem e a buscar alternativas que aliviem seu sofrimento e também, mascarar, camuflar esta situação para os que estão ao seu redor, de forma que estes não se sintam constrangidos ou incomodados.

18 de junho de 2009
O CLUBE DO IMPERADOR
Desde o primeiro dia de aula, a insolência e a displicência estão presentes nas atitudes de Bell, tentando chamar a atenção de todos com suas gracinhas de mau gosto. Hundert o aconselha a deixar a estupidez de lado e estudar, empresta-lhe um livro dizendo que todas as matérias e assuntos estão nele e que irão ajudá-lo no Concurso Julio Cesar e o vencedor ganhará um coroa de louros como na Roma Imperial. Bell se dedica aos estudos.
O drama tem inicio quando Hundert está avaliando o ensaio dos alunos e fazendo a lista dos classificados, ao perceber que Bell foi bem nas provas mas não ficou entre os três finalistas, Hundert entra em conflito. Hundert acredita que Bell merece uma chance, mesmo sabendo que outro aluno tinha se saído melhor nas provas, deixa seus princípios éticos de lado e levado pela emoção, coloca Bell entre os três finalistas.
Durante a final do concurso, Hundert percebe que Bell está colando e tentando corrigir uma injustiça, pois para o professor, a vida de um cidadão deveria ser regida por princípios de integridade e honestidade, comunica o diretor o que estava ocorrendo. E então percebe que os valores que ele pregava e acreditava não eram compartilhados pelo diretor, que ao saber do fato simplesmente diz a Hundert para ignorar o ocorrido, pois o pai de Bell estava presente, um senador sem escrúpulos e com uma visão de valores corrompidos e deturpados, o qual só importa o poder e desprezando qualquer constituição de caráter e integridade.
Desacreditado na capacidade de a escola mudar o caráter do ser humano, Hundert se decepciona, numa tentativa de aplacar sua consciência moral e ser justo, faz então uma pergunta que não estava no contexto e que Bell responde dizendo não saber quem era Shutruk Nahunt, fazendo assim que o outro candidato fosse o vencedor.
Na decisão de Hunter, os princípios morais envolvidos foram a ética, integridade, justiça e caráter.
Quanto à decisão de Hundert em relação à manipulação dos resultados das provas para a classificação final e do resultado final do concurso, acredito não ter sido uma decisão correta, pois nas duas situações ele se deixou levar primeiramente pela emoção e não pela razão. Na tentativa de recuperar Bell e acreditar ser capaz de mudar o seu caráter e sua conduta, esqueceu de todos os princípios que acreditava e pregava, a ética e a retidão de conduta, o que o levou a um grande conflito moral e a culpa por ter prejudicado o aluno desclassificado.
E a questão de Hundert ter pedido desculpas a Martin vinte e cinco anos depois, deve-se ao fato que, Bell investiria alguns milhões de dólares na escola se tivesse uma revanche do concurso e que Hundert fosse o mediador, novamente Bell lhe mentiu e enganou. Levando-o dessa forma pedir a Martin desculpas e se redimir, confessando seu fracasso como professor. Martin não se sentiu prejudicado e disse a Hundert que ele não podia se culpar por um único fracasso. Os outros alunos provaram a Hundert que ele não havia falhado como professor, e por melhor que seja o professor, este não tem o poder de “moldar” o caráter de uma pessoa, a menos que a própria pessoa permita.
5 de maio de 2009
Inclusão
“O desenvolvimento humano é o resultado dos processos de mediação do sujeito com seu contexto sociocultural.” VIGOTSKY
- Garantia do direito de todos à educação;
- Reconhecimento e valorização da diversidade;
- Acesso e condições de permanência;
Continuidade de estudos no ensino regular.
DECLARAÇÃO DE SALAMANCA (1994)
Artigo 5º da Resolução 02/2001 CNE (2001) - Institui Diretrizes Nacionais para a Educação Especial na Educação Básica. p. 2.
Alunos com necessidades educacionais especiais
a) aquelas não vinculadas a uma causa orgânica específicas;
b) aquelas relacionadas a condições, disfunções, limitações ou deficiências;
II – Dificuldades de Comunicação e Sinalização diferenciadas dos demais alunos, demandando a utilização de linguagens e códigos aplicáveis;
III - Altas habilidades/superdotação”
“A Educação deve ser um processo de construção de conhecimento ao qual ocorrem, em condição de complementaridade, por um lado, os alunos e professores e, por outro, os problemas sociais atuais e o conhecimento já construído” Fernando Becker
Projeto de Aprendizagem
Depois de muitas informações desencontradas, um dizia uma coisa, outro mostrava outra coisa, desta forma fomos construindo nosso PA. No inicio da construção, as dúvidas e verdades provisórias, ao menos para nós era o que parecia, estavam nos levando no caminho certo.
Chegou a ponto de não sabermos o que realmente era para fazer.
Daí, depois de tanta reclamação e desencontro, uma aula explicando o que de fato era para fazer e como fazer. Perguntei por que não tinham feito isso desde o começo. A resposta que tive foi que daí não teria graça, teríamos que descobrir errar, buscar, mudar, inovar.
Depois de muito erro, aprendi que um PA deve ter contexto, prender a atenção de quem estiver lendo, de forma clara e objetiva. A questão principal deve incentivar a busca de mais informações, como se estivéssemos em busca de um sabor, algo novo.
A partir das dúvidas e certezas provisórias bem fundamentadas e transformadas em certezas é que um PA vai se tornar interessante, dinâmico, inovador e construtor de conhecimentos, bem como outros aspectos relacionados, como o design, os registros durante a construção.
Espero poder construir um PA melhor depois de ter conhecimentos de todos esses procedimentos, até porque como é uma coisa nova em nosso cotidiano, a resistência é inevitável. O medo de fazer algo errado ou muitas vezes incompleto faz com que se desperdice a oportunidade de adquirir mais conhecimentos.Como em toda a aprendizagem, seja ela qual for, só se aprende pela dor. Não que neste caso tivesse sido dolorido, mas foi sofrido. Não saí ilesa. Ficaram cicatrizes.
O dilema do Antropólogo Francês
Não era a função dele, naquele momento, interferir na harmonia e convivência dos nativos.
A necessidade que o antropólogo tinha de conquistar o povo, acredito que era somente para poder conhecer melhor seus costumes, crença, ter as informações mais precisas e sem deturpações, ou seja, para poder ter mais subsídios para sua pesquisa, mesmo usando as informações, as atitudes dos nativos e as observações feitas pelo próprio antropólogo, mas sem a interferência dos habitantes.
Como aparentemente, a intenção do antropólogo era passar despercebida pelos nativos, tanto quer ele não queria interferir no modo de vida deles, optou por mentir para não ter que mudar sua avaliação e julgamento, e também porque não tinha idéia do que aconteceria ao povo e de que forma reagiriam.
Ele se obrigou a tomar uma postura enfrente ao questionamento do nativo e mentiu, mas, eles tinham esta crença da pele branca e a resposta que o nativo queria ouvir do antropólogo era esta. Até porque, nem os próprios nativos saberiam, talvez como agisse se fossem desacreditados, eles não estavam preparados para isso.
30 de abril de 2009
Ancestralidade
O PARECER CNE/CP Nº 003/2004, DE 10/3/2004, homologado em 19 de maio de 2004, estabelece as diretrizes curriculares nacionais para a educação das relações étnico-raciais e traz orientações de como a lei 10.639/2003 deve ser implementada. Este Parecer é pertinente às Diretrizes Curriculares para a Educação das Relações Étnico-Raciais e para o ensino de História e Cultura Afro-Brasileira e Africana, e visa regulamentar a alteração ocasionada à Lei 9394/96 de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, pela Lei 10639/2003 que estabelece a obrigatoriedade do ensino de História e Cultura Afro-Brasileira e Africana na Educação Básica.
A escola deveria contribuir para que princípios constitucionais de igualdade fossem viabilizados, mediante ações e com questões da diversidade cultural, indicando a necessidade de se conhecer e considerar a cultura dos diversos grupos étnicos.
Pedagogias de combate ao racismo e a discriminações devem ser elaboradas com o objetivo de fortalecer entre os negros e despertar entre os brancos a consciência negra. Para Borges (2002) a própria noção de identidade de uma cultura se dá por meio da consciência de suas diferenças em relação às outras culturas, sem que, para tanto, se criem juízos de valor que desqualifique uma em detrimento de outra .
"A aspiração de ser reconhecido como ser humano corresponde ao valor que chamamos de auto-estima. Ela leva os negros a desejarem libertar-se do estado de inferioridade a que foram relegados e desejarem libertar-se do estado de inferioridade a que foram relegados e desembaraçar-se das imagens depreciativas de si mesmos.
Particularmente, leva-os a lutar contra o racismo que representa, acima de tudo, uma negação de identidade configurada pela negação radical do valor das heranças histórica e cultural de onde advêm a discriminação e a segregação (D’Adesky, 1997)."
29 de abril de 2009
Modelos Pedagógicos e Modelos Epistemológicos
Na epistemologia empirista, a única fonte de conhecimento humano é a experiência adquirida em função do meio físico mediado pelos sentidos. Na perspectiva empirista, o ensino se dá centrado no professor que dita, fala, decide, ensina, pois crê que somente ele pode produzir algum novo conhecimento no aluno. Este, por outro lado, só aprende se o professor lhe ensina, lhe transfere o conhecimento.
Apriorismo
A epistemologia apriorista opõe-se ao empirismo por considerar que o indivíduo, ao nascer, traz consigo, já determinadas, as condições do conhecimento e da aprendizagem que se manifestarão ou imediatamente (inatismo) ou progressivamente pelo processo geral de maturação. Toda a atividade de conhecimento é exclusiva do sujeito, o meio não participa dela.
O aluno já é um saber que ele precisa, apenas, trazer à consciência, organizar, ou ainda, rechear de conteúdo. O professor deve intervir o mínimo possível.
Construtivismo
O construtivismo ou interacionismo representa uma postura epistemológica que compreende a origem do conhecimento na interação do sujeito com o objeto.
Piaget traçou parelelos e analogias entre a Biologia e a Psicologia e mostrou que a inteligência é o principal meio de adaptação do ser humano. A inteligência não cria organismos novos, mas constrói mentalmente estruturas suscetíveis de aplicar-se às estruturas do meio.
No construtivismo, o sujeito e o objeto não são estruturas separadas, mas constitui uma só estrutura pela interação recíproca. Nesse sentido, a fim de propiciar que o aluno seja ativo e protagonista, na construção do conhecimento, surge a necessidade de o professor exercer um papel igualmente ativo, pois é ele quem dispõe das condições para que o aluno acione seus conhecimentos prévios, , o professor além de ensinar, aprende aquilo que o aluno já construiu até o momento, quer dizer “quem ensina aprende ao ensinar e quem aprende ensina ao aprender” (FREIRE, 1996, p. 23).
7 de dezembro de 2008
Plano Individual de Estudo
As atividades desenvolvidas no Eixo V, me fizeram refletir em relação a Gestão Escolar, a Organização do Ensino, a Escola, e a Sociedade, a Vida Adulta, aos Projetos de Aprendizagens e contribuíram no sentido de repensar, de aprender, como se atualizar (ensinar e aprender) diante desse quadro de rápido desenvolvimento dos conhecimentos.
Que não é necessariamente obrigada a seguir conteúdos estabelecidos, isto ficou evidente na Interdisciplina do Seminário Integrador V na atividade do Cmap Tools.
Consegui me apropriar das leituras sugeridas com mais segurança, em função das atividades solicitadas, busquei outros recursos e outros autores que falavam do mesmo assunto.
Quanto ao recurso do PIE-IV referente a trabalhos em grupo, não saiu conforme o planejado. Acredito que devo trabalhar um pouco mais este assunto no próximo eixo.
Acredito de ser de grande importância esta avaliação sobre o meu PIE para avaliar meu crescimento como aluna e também o cumprimento em grande parte do que foi por mim proposto.
“A educação como processo socializador,de Émile Durkheim
- Segundo Durkheim o “ideal” tem por função suscitar na criançaum determinado número de estados físicos e mentais que a sociedade considera como indispensáveis a todos os seus membros. Certos estados físicos e mentais, que o grupo social particular considera igualmente indispensáveis a todos que o formam.
A educação é o resultado de uma ação entre duas gerações – a adulta e a jovem. O adulto é representante e transmissor de conhecimentos, atitudes e valores, de modo que o jovem sendo o receptor aprende esses conhecimentos e valores, visando desenvolver a inteligência e métodos de raciocínio.
Os indivíduos quando educam agem em nome e por delegação da sociedade.
A educação age na formação do caráter do indivíduo e na integração do jovem na sociedade.
O indivíduo desejando melhorar a sociedade melhora a si mesmo, já a sociedade através da educação, tem por objeto engrandecê-lo e torná-lo criatura verdadeiramente humana.
A finalidade da educação é constituir esse ser social em cada um de nós.
A educação consiste numa socialização das novas gerações, determinando em cada um o ser individual e o coletivo.