22 de outubro de 2008

Marx e Mészáros


Mészáros reafirma a necessidade do socialismo no século XXI e Marx defendia a idéia de que a classe trabalhadora deveria unir-se com o propósito de derrubar os capitalistas e aniquilar de vez a característica abusiva deste sistema que, segundo ele, era o maior responsável pelas crises que se viam cada vez mais intensificado pelas grandes diferenças sociais. Para a construção de uma sociedade, digna, igualitária, democrática e capaz de se organizar, seria necessário uma revolução e conscientização na classe trabalhadora, a qual se daria através da educação, que é o reflexo da sociedade.
Marx e Mészáros, defendem que a Educação precisa ser concebida e realizada dentro das condições e necessidades de cada classe e que apenas a prática, práxis, é capaz de preparar o educador para exercer seu oficio .
Suas reivindicações são muito concretas como ensino obrigatório e gratuito para todas as crianças, a limitação do trabalho das crianças, adolescentes e mulheres. Karl Marx tinha como sua preocupação maior, o ensino e a educação da classe trabalhadora, tanto para o adulto como para a criança. .Em um de seus escritos Marx diz: \"É necessário modificar as condições sociais para criar um novo sistema de ensino; por outro, falta um sistema de ensino novo para poder modificar as condições sociais\".

21 de outubro de 2008

A aprendizagem na Vida Adulta

A vida adulta é interpretada muitas vezes como uma fase estável, apresentando características de maturidade. As teorias mais importantes sobre a vida adulta apresentam esta fase como sendo uma fase de transformações e transições, por ser marcadas de realizações e acontecimentos, na qual os indivíduos continuam desenvolvendo e fazendo escolhas importantes em suas vidas.
É fundamental que na relação aluno/professor, professor/aluno, haja o reconhecimento do outro como diferente, respeitando suas opiniões, padrões sócio-culturais e o modo como às relações são apresentadas nos dias de hoje.
No processo de aprendizagem é importante que todo adulto tenha consciência do que está aprendendo e para que esteja aprendendo e se esta aprendizagem irá favorecê-lo no futuro.
Os adultos ou jovens trazem consigo experiências de vida e para isto, é necessário reforçar os conhecimentos. Portanto, é preciso que respeite as suas experiências, a sua individualidade para aceitar novos conhecimentos.

10 de setembro de 2008

As Oito Idades do Homem

Erik Erikson considera que o desenvolvimento decorre desde o nascimento até à morte através de oito idades, oito estágios psicossociais.
É a progressão nos estágios psicossociais que explica a construção da personalidade, que acompanha, portanto, todo o ciclo de vida.
Estágios pelos quais evoluímos e damos significado às nossas vidas.
Desde a infância até a pré-adolescência, são quatro. Da adolescência à velhice, mais quatro.

1.ª Idade - Confiança x Desconfiança
2ª. Idade - Autonomia x Dúvida e Vergonha
3ª. Idade - Iniciativa x Culpa
4ª. Idade - Indústria x Inferioridade
5ª. Idade - Identidade x Confusão de Papéis
6ª. Idade - Intimidade x Isolamento
7ª. Idade - Generatividade x Absorção em si Mesmo
8ª. Idade - Integridade x Desespero

Segundo este psicólogo, cada idade ou período de desenvolvimento é caracterizado por tarefas específicas e pela experiência de determinado conflito, ou crise. É através da resolução do conflito de cada estádio que o indivíduo adquire novas capacidades, que se desenvolve. A resolução positiva, favorável, da crise constitui uma aquisição positiva que se manifesta a diferentes níveis: psicológico, emocional e social.

Eixo IV

Este foi um esqueminha que fiz para apresentar minhas aprendizagens no workshop do eixo IV.
Na verdade, era um PPT, mas não consegui postar, então fiz assim:
I. Linguagem e Integração das Aprendizagens

• O que aprendi sobre espaço e tempo?
Que o espaço é algo construído e organizado pelo homem, em determinado tempo de uma sociedade.
É uma dimensão contínua, que as noções de tempo e espaço se fazem por etapas.


II. Construções e Reconstruções Pessoais

O que destaco de mais importante para a minha aprendizagem pessoal ou profissional?
Estudos Sociais - Desenvolver no aluno um olhar indagador ante a realidade, visando a autonomia intelectual e moral
Ciências – Diferentes formas de ver e explicar o mundo.
A necessidade de mudar o comportamento do homem (desequilíbrio ambiental).
TIC’s – a utilização de softwares como complemento da parte teórica.
Oportunidade de vivenciar um aprendizado mais abrangente e dinâmico.
Matemática – os números fazem parte constante de nossa vida.
SI IV - o ensino aprendizagem se dá através da troca de idéias.
Não é necessariamente obrigada a seguir conteúdos estabelecidos.


III. Plano Individual de estudos

• O que foi mais relevante nesse percurso?
A organização do tempo e espaço.
Não se consegue estar ao mesmo tempo em vários espaços.

Émile Durkhein

Com a leitura do texto A educação como processo socializador: função homogeneizadora e função diferenciadora”, de Émile Durkheim, percebi que:
- Segundo Durkheim o “ideal” tem por função suscitar na criança um determinado número de estados físicos e mentais que a sociedade considera como indispensáveis a todos os seus membros. Certos estados físicos e mentais, que o grupo social particular considera igualmente indispensáveis a todos que o formam.
Pelas conclusões de Durkheim é possível dizer que a educação consiste numa socialização metódica das novas gerações, ou seja, em cada um de nós existem dois seres, um constituído de todos os estados, membros que não se relacionam senão conosco mesmo e com os acontecimentos de nossa vida pessoal, é o que se poderia chamar ser individual. E o outro é um sistema de idéias, sentimentos e hábitos, que exprimem em nós, não a nossa personalidade, mas o grupo ou grupos diferentes de que fazemos parte. O seu conjunto forma o ser social e construir esse ser social em cada um é a finalidade da educação, ou seja, desenvolver em cada indivíduo, toda a perfeição de que ele seja capaz.
O autor explica que sociedade e indivíduo são idéias dependentes porque a sociedade sendo entidade moral permitirá que o legado de cada geração possa ser conservado, acrescido, passando de geração para geração.
A primeira definição diz que a educação tem com fim a busca da perfeição que cada indivíduo seja capaz de desenvolver. O que Durkheim chama de "o ideal supremo". A segunda diz respeito ao que Durkheim chama de "educação utilitária".
As duas definições preconizam uma educação ideal, perfeita sem considerar as variantes do espaço e do tempo, bem como a influencia exercida de uma geração sobre a outra.
É preciso considerar os sistemas educativos que ora existem, ou tenham existido, e aprender deles os caracteres comuns. O conjunto desses caracteres constituirá a definição que se procura na sociedade, em seu conjunto, e cada meio social em particular, é que determinam este ideal a ser realizado.

SISTEMAS DE ENSINO


EDUCAÇÃO NACIONAL E SISTEMAS DE ENSINO

A partir da leitura dos textos de Nalú Farenzena, Federalismo e Descentralização, Responsabilidades das esferas de governo para com a educação e Sistemas de Ensino, pude perceber que federalismo e descentralização é um sistema político no qual o governo central divide com os governos dos estados, os diversos poderes e responsabilidades administrativas.
Federalismo é uma frágil e dinâmica forma de cooperação política para divisão de poder e responsabilidade entre União, estados e municípios. Cada uma das esferas de governo tem os seus próprios órgãos governamentais. A União pode agir diretamente sobre os cidadãos de um estado, através de suas próprias agências, sem estabelecer qualquer ligação com o governo e as autoridades locais, desde que se limite ao conjunto de atribuições que lhe são próprias.
Aos estados e municípios ficou o encargo de oferecer e manter o ensino fundamental, onde estes devem aplicar 25% de suas receitas, priorizando a garantia do ensino obrigatório.
A Emenda Constitucional no14/96 estabeleceu e definiu o regime de colaboração entre os entes federados, manteve a necessidade de explicitação das diretrizes que permitissem operacionalizar o regime de colaboração entre Estados e Municípios na oferta de ensino fundamental e educação infantil.
A Emenda também modificou o Art. 60 do Ato das Disposições Constitucionais Transitórias reduzindo a participação da União na aplicação dos recursos vinculados constitucionalmente no ensino fundamental, ao mesmo tempo em que ampliava as responsabilidades das esferas estaduais e municipais com a criação do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento do Ensino Fundamental e de Valorização do Magistério (FUNDEF). Enfim, A LDB (Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional /Lei no 9394/96), também aprovada em 1996, consolidou o processo de definição do regime de colaboração no arranjo federativo esboçado em 1988 (Brasil, 1996). Nesse processo de descentralização, fica a cargo dos municípios assumirem e desenvolver as políticas públicas, entre elas educação e saúde, de tal forma que o são criados critérios que limitam a autonomia dos municípios, onde estes têm que executar o que o governo federal lhes impõe.

12 de agosto de 2008

Não Resistência as Mudanças


Um Sinal de Crescimento, Maturidade e Sabedoria.

A vida segue e se desenvolve, em movimentos cíclicos constantes.

Movimento é parte de crescimento dinâmico e vital para o bom desenvolvimento da vida do ser humano e tudo que nela está envolvido, incluindo seus aspectos pessoal,
familiar, profissional, social e espiritual.


Quando se busca integrar e equilibrar o corpo,mente e espírito, mudanças são tão inevitáveis quanto o nascer e o por do sol, assim como são também os ciclos da natureza,
que se manifestam através das estações do ano.


Não oferecer resistência é fundamental para que as mudanças ocorram com dinamismo e assertividade.


A não resistência em deixar o velho partir e permitir a chegada do novo confere maturidade e sabedoria, que proporcionam bem-estar, saúde e muita gratificação, em todos os sentidos.


(...) Muitas vezes, o chamado para mudanças pode estar vindo de um apelo do espírito, que está clamando por novas direções, novas experiências, novos caminhos, novas vivências, enfim as mudanças podem ser muitas.


Deve estar sendo sinalizado que já é hora de dar novos passos na vida, abrir novas fronteiras, liberar velhas energias e canalizar novas, livrar-se de padrões de comportamento desgastados e criar novas possibilidades de participar do que existe a ser feito com mais profundidade e plenamente, com maiores significados e mais resultados para promover a sequência da jornada progressiva pela evolução da vida.


(Vera Lúcia Guedes Monari)

Tabela de Organização do Tempo

http://rmsitati.pbwiki.com/Seminário+Integrador+V

10 de julho de 2008

PLANO INDIVIDUAL DE ESTUDOS II


OBJETIVOS

- Qualificar e obter resultados de aprendizagens;
- Aprender e saber usar as diversas ferramentas da tecnologia;
- Aumentar a praticidade e construção de conhecimentos nas diversas áreas.


RECURSOS

- Participar de grupos de pesquisas;
- Sites educacionais;
- Livros, revistas.


PRAZO

- Dentro do semestre.


ESTRATÉGIAS

- Melhorar a relação inter-pessoal.
- Organizar o tempo;
- Atividades práticas.


EVIDÊNCIAS

Ficará evidente a realização dos objetivos quando conseguir realizá-los de forma leve e prazerosa, de uma forma que não me desespere, por não ter conseguido fazer e postar as atividades em tempo hábil.
E que dessa forma possa me realizar e que saiba canalizar esse aprendizado.

1 de julho de 2008

Auto Avaliação


As atividades desenvolvidas neste semestre do Seminário Integrador IV me fez refletir em relação a prática docente.

Os textos, o filme e as atividades realizadas contribuíram no sentido de repensar, de aprender, como se atualizar (ensinar e aprender) diante desse quadro de rápido desenvolvimento dos conhecimentos.

O sistema educativo escasseia as referências aos sujeitos e agentes envolvidos nos processos educativos. Raramente se procura estudar os problemas e valores vivenciados pelos alunos e professores no desempenho das suas atividades.

O problema da qualidade da educação tem quase sempre sido posto em termos da expansão quantitativa ou da reorganização institucional e burocrática e, bem menos frequentemente, em termos de conteúdo, em seus aspectos substantivos.

No entanto, também não são negligenciados todos aqueles fatores que dizem respeito à prática pedagógica nas aulas: aos métodos de ensino, aos conteúdos dos programas, enfim, aos modos de estruturação, legitimação e transmissão da "cultura escolar".

Os professores tem a necessidade de refletirem um pouco mais sobre as pedagogias que usam nas aulas e aquelas que são mais do agrado dos seus estudantes. Não porque as primeiras tenham de, necessariamente, se subordinar às segundas; apenas pela necessidade de uma reflexão que contemple os interesses e motivações dos estudantes. Como diz Paulo Freire, ao discutir a pedagogia da autonomia, "não há docência sem discência […]. Quem ensina aprende ao ensinar e quem aprende ensina ao aprender" . Que melhor exemplo de exercício de cidadania, no terreno da educação escolar, do que aquele que implica uma cumplicidade que leva à inversão momentânea de papéis entre quem ensina e quem aprende?

É preciso criar estratégias de relacionamento com os alunos em prol da produção autônoma do conhecimento, para que não permaneçamos na mesmice.

No nosso país as mudanças tem ocorrido no papel, mas na sala de aula o professor não possui apoio para efetivar com segurança os tamanhos modismo da educação, sequer possuem suporte de infra estrutura física, material ou os equipamentos necessários que poderiam possibilitar alguma chance a mais de sucesso.

Sempre questionei sobre os conteúdos escolares. Nunca me responderam de onde surgiu a idéia que cada conteúdo “proposto”, tenha que ser em determinada série e também que são os mesmos em todo o país, independente da realidade de cada região.

Quando nos preocupamos com o crescimento dos nossos alunos, nos engrandecemos, nos iluminamos e nos tornamos mais humanos e o aluno aprende o conteúdo porque sente prazer em aprender. O ato de educar dessa maneira é um ato de amor e o professor quando educa com amor torna-se um ser maior.

Assim, o professor deve ter uma sólida formação pedagógica e filosófica, para poder dar um sentido preciso, positivo e consciente à ação da escola, para que esta realmente cumpra as suas finalidades, bem como poder dar um sentido convergente e integrado no atendimento às transformações sociais e na utilização das novidades tecnológicas, visando preencher com qualidade este vazio que os alunos sentem ao vivenciar a escola no seu dia a dia.

30 de junho de 2008

Eu, Minha Família, Bairro, Município, Estado...?

É na perspectiva de resgatar o caráter analítico das Ciências Sóciais, recuperando-as enquanto ciências interpretativas, em uma abordagem inter e intradisciplinar que devemos inserir uma nova proposta de Estudos Sociais.

Para tanto, pretende-se ter professores e alunos como co-autores de um conhecimento que está sempre em construção. Os conteúdos e atividades propostas devem visar o desenvolvimento das potencialidades dos educandos, como a criatividade, a observação, a logicidade, a análise, a interpretação, a alteridade e a vontade de participação social, para que o conhecimento se reflita em uma cidadania participativa.

Ao entrar na escola, o aluno já traz um saber decorrente de sua observação e de sua vivencia cultural. Os signos partilhados por sua cultura, não precisam apenas serem ensinados como uma instituição como a escola, mas precisam ser decodificados, afim de que essa mesma escola torne-se um local privilegiado para a reflexão, colocando a reconstrução permanente do mundo social nas mãos de todos os indivíduos. O resultado deste processo deve ser a formação de cidadãos que não encarem a realidade que vivem como se fosse obvia e pronto, mas como fruto das opções dos homens em sociedade, tanto no passado como no presente.

Considerando os conteúdos EU, MINHA FAMÍLIA, BAIRRO, MUNICÍPIO, ESTADO, e outros, serem efetivamente utilizados pelas crianças, mais serão interessantes e significativos.

O papel do professor não é o de simples transmissor de conhecimento, mas o de “facilitador”, para que este conhecimento seja construído e reinventado por alunos e professores, visando sua autonomia intelectual e moral.

O que se pretende é que o aluno desenvolva um constante olhar indagador ante a realidade, não aceitando como pronta e buscando sempre explicações e informações que o auxiliem na construção de novos conhecimentos. Lembrando sempre que não é apenas o conteúdo a ser estudado, mas, principalmente, a abordagem empregada que dará o diferencial entre uma série e outra.

Visto que Estudos Sociais enfocam homem-cultura-tempo-espaço, percebemos claramente a natureza abrangente de seu conteúdo, em que elementos oriundos da integração disciplinar se harmonizam formando um todo agradável.

Acredito que ensinar/estudar Estudos Sociais seja muito mais que conhecer a simples seqüência dos fatos.

5 de maio de 2008

REPRESENTAÇÃO DO MUNDO PELAS CIÊNCIAS NATURAIS

A atividade de produção dos desenhos contribuiu para a construção de alguns critérios para análise e seleção de conteúdos e de metodologias usadas na área de Ciências.
A ciência nos mostra diferentes formas de ver e explicar o mundo.
Permite-nos procurar, representações alternativas às explicações científicas válidas atualmente e, tomarmo-nos atentos para formas alternativas de pensamento de nossos alunos.
Através desta atividade, possibilitou ao aluno ter outro “olhar” sobre a natureza.
Repensar o ensino das ciências, fazendo com que a criança construa critérios e passa analisar e selecionar os conteúdos, ampliando seus conhecimentos parcialmente, pois a ciência é um processo descontinuo de construção e de verdades provisórias.

21 de abril de 2008

PLANO INDIVIDUAL DE ESTUDOS

OBJETIVOS:

- Obter a graduação em Pedagogia, a qual está sendo conquistada com muita dificuldade;
- Qualificar e obter resultados de aprendizagens;
- Aprender e saber usar as diversas ferramentas que dispõe da tecnologia;- Aperfeiçoar as aulas revendo minhas práticas pedagógicas;
- Reconhecer e utilizar diferentes técnicas e recursos pedagógicos;
- Aumentar a praticidade e construção de conhecimentos nas diversas áreas;
- Organizar o tempo;
- Melhorar a relação inter-pessoal.

6 de abril de 2008

Seminário Integrador - Workshop


Relato/reflexão

No dia 07 de janeiro, passei por uma prova de fogo.
Durante todo o percurso, eu ficava me perguntando: - O que Eu aprendi este semestre?
Não conseguia pensar em nada. Só pensava que não tinha aprendido nada e que iria sobrar tempo dos 10 minutos que teria para fazer minha apresentação.
Respirei fundo e comecei a pensar no que eu tinha aprendido e fiz esta lista:

I- Práticas Pedagógicas:

→ a disciplina me mostrou um novo olhar;
→ reconhecimento entre o proposto e o colocado de fato em prática (PPP);
→ procurar outras maneiras que não o convencional;
→ os professores não estão interessados;
→ projeto pedagógico → documento da escola → intenções
↓ → propósitos
↓ → ações

→ participação da sociedade
→ PPP é uma proposta que dá certo
→ resistência dos professores → as ações interferem na construção
do cidadão


II- Tecnologias → mal necessário

III- Aprendizagens/Integração

→ argumentos/evidências → aprender a ter este olhar
→ questionar
→ meditar
Artes/Ludicidade/Música/Literatura → apresentação de músicas da
cidade
→ valorização das raízes

→ ócio – é o momento em que se produz e se obtém conhecimento
→ brincadeira → fim educacional e construtivo com orientação e
direção.


Talvez quem for ler isto, não faça sentido, parece alguma coisa isolada, mas quando comecei a falar, isto formou um todo que, traduziu toda minha aprendizagem.
Simplesmente a coisa foi fluindo e quando percebi, já tinha passado do tempo, depois analisando a avaliação feita pelos colegas, não imaginava que tinha aprendido tanto e que pude sintetizar isto. Me senti realizada e com a sensação do dever cumprido e que foi de muito proveito este ciclo.

4 de abril de 2008

Xtimeline

Achei muito complicado fazer essa linha do tempo.
Apesar de saber um "pouquinho", é bem pouquinho mesmo, de ingles,
foi dificil. Foi mais na decução do que realmente na certeza.
Tive sorte pois uma colega, depois de também ter apanhado um pouco, me ajudou.
Se quiserem conferir. esse é o endereço: www.xtimeline.com/profile.aspx?q=Use200804031450148198455

Até mais !!!!

8 de janeiro de 2008

Ludicidade e Teatro

Através do teatro e do lúdico, são desenvolvidos conhecimentos de atenção, observação, coordenação motora, postura, a se relacionar socialmente, enfim, uma infinidade de aprendizagens, só que de uma forma mais livre, sem pressões.
Esta interdisciplina me mostrou que a partir de uma brincadeira se desenvolve o aprendizado.
Percebi isso quando executava uma atividade com os alunos. Poderia ter chegado e dito: “Hoje a aula vai ser sobre isso e aquilo, vocês vão aprender sobre este e aquele outro...”, e encher eles de teoria, que, acredito não teria tido o mesmo efeito e o aproveitamento.
No desenrolar da brincadeira, as crianças foram percebendo que elas teriam que serem organizadas, teria que trabalhar em equipe e que teriam que ter disciplina.
As vezes as crianças todo este potencial, tem noção, mas talvez não saiba identificar literalmente o que seja tudo isto, e não é necessário despejar todos os conceitos científicos e teóricos sobre cada coisa, é com a vivência que eles aprendem e com orientações na hora certa.
Acredito que dar liberdade para a criança se expressar, ser espontânea, é a melhor forma de aprendizagem, as coisas fluem naturalmente.

Música e Literatura

Esta interdisciplina me mostrou que muitas vezes ouvimos músicas mas não nos detemos às letras, que conforme varia nosso humor, também varia o estilo de música que procuramos para ouvir.
Assim também acontece com a literatura, depende do nosso estado de espírito.
Não me lembro de quando era criança e estava estudando, de ouvir alguém contar histórias, cantarmos, fazer alguma apresentação que fosse. E por conta disso, nunca gostei muito de fazer teatro, participar de algum grupo para fazer alguma apresentação, essas coisas que sempre tem nas escolas ou na própria comunidade.
Mas percebi que com a devida orientação, boa vontade e esforço, paciência, é possível desenvolver o artista que cada um trás dentro de si, contar histórias, participar de grupos como aconteceu nestas duas interdisciplinas, quando tivemos que fazer uma contação de histórias.
Parecia que voltamos a ser criança, teve até gente que se emburrou por não poder assistir a todas as contações. Mas foi muito bom.
A gente perde o medo, entra na história e sonha, viaja, e isso é importante para a criança se desenvolver, pois a criança é o sonhador perfeito.

3 de janeiro de 2008

Arte Visuais

Que material interessante! Principalmente a visita a Bienal, Cais do Porto, MARGS e Santander Cultural.
A visita ao MARGS foi muito boa, principalmente pela oportunidade de observar e aprender o que o artista pretendia ao concluir a obra e seu significado.
E admito, fiquei com um pouquinho de inveja das mediadoras, por estarem muito bem informadas sobre cada artista, tive que perguntar quanto tempo ele levou para aprender tudo o que estava nos informando. Admiro que perguntar quanto tempo ele levou para aprender tudo o que estava nos informando. sobre cada artistabalhar em equipe equem sabe o que esta falando, quem tem conhecimento dos fatos.
Mas esta interdisciplina me fez ter outro “olhar” sobre obras, sobre a arte.
Temos que desenvolver nas crianças o gosto pela arte, ensinar a admirar o “belo”, fazer releituras, explorar a capacidade que cada um tem de imaginar, criar, ousar.